Zoonoses alerta a comunidade sobre os pombos

Nesta semana, os agentes de Controle de Vetores do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) orientaram os comerciantes na região central, especialmente nos locais onde são servidos alimentos, sobre os cuidados que devem ter em relação aos pombos. Na ocasião, também foram colados cartazes informativos.
A causa da incidência excessiva de pombos em um lugar deve-se às condições do ambiente. Quando alimentadas pelo homem, as aves deixam de buscar na natureza alimentos adequados a elas, como grãos, frutos e insetos.
As pessoas oferecem alimentos inadequados em grandes quantidades, acarretando, assim, mudanças hormonais nesses pássaros. Isso leva a um aumento exagerado na população de pombos. O desequilíbrio populacional dessas aves acarreta problemas para o meio ambiente, afetando a qualidade de vida das pessoas. A alimentação inadequada aumenta a procriação das aves, de 2 para 6 vezes ao ano.
Os pombos, que se alimentavam de grãos e cereais encontrados na natureza, hoje são onívoros (comem de tudo). É possível observá-los rasgando sacos de lixo e comendo arroz, feijão, frango assado, cascas, etc. Eles podem transmitir doenças, como a criptococose, histoplasmose, salmonelose , ornitose, psitacose, além de carregar parasitas como ácaros e piolhos. O CCZ pede à população que não alimente os pombos e nem deixe acessíveis restos de comida e ração de cães e gatos em potes descobertos.
Vale lembrar que o Centro de Controle de Zoonoses não faz a retirada e controle das aves e piolhos dos locais. Quando é feito esse tipo de solicitação, o CCZ orienta o morador sobre como deve agir diante desse problema urbano. A população deve manter-se atenta para evitar transtornos.

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