Escola do Boa Vista convive com problemas na estrutura

Em abril deste ano, a reportagem do Clicatribuna fez uma matéria sobre as péssimas condições da estrutura da escola estadual Lindolfo Collor, no Bairro Boa Vista, em Criciúma. Passados mais de quatro meses, a situação continua complicada.
Madeiras deterioradas por cupins, pilares com concreto danificado, mofo, janelas sem vidros, interruptores de luz colados com fita adesiva e inacessibilidade a deficientes físicos são os principais problemas da escola.
Segundo a assessora de direção da Lindolfo Collor, Edileuza Bittencourt, a situação piorou com as constantes chuvas dos últimos meses.
“O teto encheu de água. Nós chegamos a chamar a Defesa Civil, que pediu para ninguém mais utilizar aquele espaço porque pode ceder. A escola tem rachaduras, vazamentos, muitos problemas, e precisa urgente de uma reforma. A última eu não faço nem ideia quando foi”, conta.
“Temos dois alunos que andam em cadeiras de rodas que já estudam aqui há muito tempo, mas nunca foram feitas as rampas, nem nos banheiros”, afirma Edileuza. “Tem uma sala em que os alunos da noite reclamam de frio e mosquitos, e não podemos fazer nada, porque as janelas não têm vidros”, revela.
A escola diz que as medidas que foram pedidas para que se possam começar as reformas já foram feitas. “Nós já tivemos até a vistoria dos Bombeiros, e mandamos tudo para a SDR (Secretaria de Desenvolvimento Regional) para que a reforma possa ser liberada”, explica Edileuza. A reportagem do Clicatribuna tentou entrar em contato com o gerente regional de Educação, Luiz Rodolfo Michels, para falar sobre o assunto, mas as ligações efetuadas caíram na caixa postal.

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